Backing Vocals!

No show do Luau de Natal na SOVA em Venâncio Aires, contamos com o reforço da Ana Peiter e da Esther Zart com suas magníficas vozes. Elas fizeram os backing vocals do show junto com o Dudu, além de assumirem o vocal em algumas músicas, deixando assim eu descansar a voz durante alguns minutos…heheh…

Para o show de amanhã em Santa Cruz elas estão confirmadas!!

A pérolas da viagem à Frederico Westphalen!

Eles duvidaram mas ai ta como prometido a historia da Viagem a FW:

 A Viagem para Frederico Westphalen começou cedo, as 9 horas da manhã, no estúdio da Maquinados. Era hora também do último jogo da final do futsal entre ASSOEVA e ACBF e nós é claro que estávamos de plantão torcendo para a ASSOEVA. Um jogo difícil para o time de Venâncio até por que tinha perdido o primeiro jogo em casa por 1 x 0. A Assoeva abriu o placar logo nos minutos inicias do jogo, mas depois infelizmente só deu ACBF. A própria já tinha virado o jogo, mas a “Febre Maquinada Amarela” ainda acreditava e torcia muito cantando a canção: “Cerveja bem gelada, Cachaça da Amarga!” (nova versão de autoria do Dois), hehehe . O jogo terminaria mais tarde com o placar de 6 x 1 para ACBF. Mesmo assim fica aqui o nosso parabéns à ASSOEVA!

Saímos do estúdio pelas 10:30 horas, tendo logo depois como primeira parada o Mercado Lenz, para o café da manhã. Passamos no posto Nevoeiro, para dar o ultimo “check-up” na Kombi antes da longa viagem até Frederico Westphalen. Tudo pronto pegamos a estrada já era 10:45 horas. Passando por Lajeado e Marques de Souza, e chegamos na cidade de Pouso Novo, velha conhecida dos Maquinados. Risadas e lanches a parte, ficamos aproximadamente 15 minutos por ali. Então pegamos a estrada novamente até porque ainda tinha muito chão pela frente.

Mais 1 hora de viagem e mais uma parada, (a Kombi tava precisando de um descanso). Não lembro o nome da cidade nem do posto, mas estávamos lá. Foi lá que o nosso “amigo-roadie” Marcus teve a brilhante idéia de comprar um CD, mesmo não combinando muito com o estilo da Maquinados, foi o CD do Bonde do Forró que tocou a viagem inteira, hehehe.

De volta a estrada passamos pelas cidades de Passo Fundo, Erechim e chegamos em Sarandi, isso já havia passado 1 hora e pouco desde a última parada, totalizando quase 4 horas de viagem. Nunca tínhamos ido para Frederico Westphalen, sabíamos que era longe, mas para nós Frederico era logo depois de Sarandi, pelo menos foi o que nos disse o Google Maps. Mas não foi bem assim, no posto que paramos em Sarandi, Isma foi pedir umas informações e voltou com a triste noticia que “só” faltava 100 km até Frederico Westphalen. Todo mundo meio triste e cansado decidimos ficar um tempo a mais por ali. Duda, Isma e Marcus foram no banheiro e eu, Thomás e Dois ficamos escorados na Kombi conversando sobre as festas da noite passada. Eu e Thomás tocamos no butecco e o Dois foi para uma formatura na SOVA dançar o “CRAU!” (outra de sua autoria), hehehe. Depois de uns cinco minutos de risada do tal “CRAU!”, fomos (nós seis) até um restaurante do lado do posto p/ brindar com uma cervejinha toda aquela, até ali, engraçada viagem. O que não seria tão engraçada 5 km mais tarde. Mas a culpa disso tudo foi toda minha por ter falado antes de voltar a estrada: “ – Só ta faltando furar um pneu!”. Foi no que deu!

Pneu trocado tudo certo agora? Não, o STÉP tava murcho. Mais 5 km até acharmos uma borracharia na cidadezinha de Lageado do Bugre.  Ali seria palco para mais uma “pérola” da viagem. O borracheiro começou a ver o pneu trocado, encheu, tudo certo. Foi quando pediu para ver o ”STERP”, isso mesmo STERP com R, não deu pra agüentar cada um pra um canto dando risada. Mais tarde descobriríamos que naquela região eles chamam mesmo de STERP, do mesmo jeito virou “pérola”.

De volta a estrada, ainda faltava 90 km, e nós já estávamos a mais de 5 horas viajando. E  não é fácil estar tanto tempo assim dentro de uma Kombi lotada de instrumentos e mais 6 “barrascos”, hehehe. O resto da viagem, (de Lageado do Bugre até Frederico Westphalen) seria o mais cansativo, pois naquele trecho só se via plantações de soja e zonas, não que zona seja algum ruim né!?! Mas naquele horário não havia nada funcionando, hehehe.  

Numa certa hora da viagem passou pela Kombi uma caminhão de mudança certamente de uma zona, pois só havia praticamente colchões e engradados de cerveja na carga. Com uma carga bem mal feita, diga-se de passagem, o caminhão acabou perdendo uma lata de tinta branca no meio do caminho quase pintando alguns carros que vinham logo atrás.

Depois de quase 7 horas de viagem e todas essas pérolas que presenciamos finalmente chegamos em Frederico Westphalen e o mais importante, vivos! Hehehe … CONTINUA NO PRÓXIMO POST!

Dudu Peiter