Quanto rende, por mês, o material reciclável que a sua cidade deixa escapar? Em Campo Grande, a coleta seletiva alcança 2,25% dos resíduos sólidos produzidos no município, segundo a ação civil pública que o MPMS e o MPT-MS ajuizaram em 30 de setembro.
Esse pedaço equivale a 6,7% do potencial de materiais recicláveis da capital, ainda segundo a ação. Pelo mesmo cálculo, mais de 93% do que tem valor comercial não chega a uma central de triagem.
A ação que levou a central de triagem de Campo Grande à Justiça
A Unidade de Triagem de Resíduos da capital é cedida pela prefeitura e operada por três cooperativas e uma associação — Atmaras, Coopeemaras, Novo Horizonte e Cata-MS. Mais de 110 trabalhadores vivem da venda do material separado.
Os MPs sustentam que o município se beneficia dessa triagem sem contrato administrativo e sem pagar nada pelo serviço. E pedem, em tutela de urgência, a contratação das entidades em até 90 dias com remuneração mensal.
Nada foi concedido pela Justiça até agora. A petição aponta R$ 194,2 mil por mês para manter o serviço.
Esse valor não cai todo no bolso do catador. Segundo o Correio do Estado, a quantia também cobre o custo de operação das entidades.
Esse número sai do Método Valoriza, desenvolvido pelo MPMS com o MPT e a UCDB. Pela estimativa da ação, formalizar o serviço renderia ao município cerca de R$ 2,9 milhões em economia e bonificações em quatro anos.
Em separado, os órgãos ministeriais pedem R$ 1 milhão de indenização por dano moral coletivo. Há ainda o pedido de multa mensal de R$ 100 mil para o caso de descumprimento.
A ação cobra ainda um detalhe de operação: o alvará do Corpo de Bombeiros da unidade está vencido desde 2019.
Pátio organizado é o que separa triagem de depósito
O índice de 6,7% diz menos sobre o catador e mais sobre capacidade instalada. Sem pátio para receber, separar, prensar e despachar, o material empilha em vez de virar receita.
Para o empresário de reciclagem, 2,25% de cobertura descreve mercado não atendido, e não apenas falha de serviço público.
Nessa operação, a carregadeira trabalha o dia inteiro: empurra material solto, alimenta esteira, levanta fardo prensado e carrega a caçamba do caminhão. Ampliar capacidade passa por pátio, prensa e máquina de carga, assunto frequente na cobertura de reciclagem.
Pátio de triagem raramente pede máquina grande. A BRT20 da Bruto Brasil atende esse porte: caçamba de 1,0 m³ e até 2.000 kg de capacidade, sem sobrar tamanho num corredor estreito.
Na mesma faixa trabalha a SDLG, forte no preço de entrada e numa assistência já rodada no mercado de linha amarela. A Bruto Brasil briga no custo-benefício nacional, com troca rápida de implemento e comando por joystick de série.
A escolha muda conforme o volume que o pátio recebe e o espaço de manobra. Máquina bem dimensionada rende mais que uma grande presa entre as baias.
Se o plano é montar ou ampliar central de triagem, peça o orçamento da linha de carregadeiras da Bruto Brasil. Compare carga, caçamba e prazo de entrega antes de assinar.
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