O resultado da licitação da obra na orla de Vila Velha saiu com a proposta de R$ 20.520.769,75, feita pela PHD Construções e Pavimentações. A Prefeitura de Vila Velha divulgou o resultado em 20 de outubro, e o contrato reúne ciclovia, calçadas acessíveis, drenagem e nova pavimentação.
Quando o edital saiu, em agosto, o ES Brasil registrou investimentos da ordem de R$ 29,8 milhões. A proposta vencedora ficou abaixo desse valor de referência, o que é comum em licitação de obra.
O resultado foi divulgado e a proposta, aprovada. O contrato ainda não foi assinado e a ordem de serviço, que vem depois da assinatura, também não saiu.
A obra faz parte do conjunto de projetos de requalificação da orla do município, conforme publicou A Gazeta.
Os números do resultado
Proposta vencedora: R$ 20.520.769,75, da PHD Construções e Pavimentações
Ciclovia: 4,25 quilômetros, da Praia do Barrão à Praia dos Recifes
Prazo: um ano de duração da obra
Escopo: calçadas acessíveis, drenagem, nova pavimentação, reforma da Praça Pedro Valadares e a nova Praça da Praia do Barrão
Ciclovia de 4,25 km entre Barrão e Recifes
A ciclovia desta licitação tem 4,25 quilômetros e liga a Praia do Barrão à Praia dos Recifes. O mesmo contrato alcança a Barra do Jucu, onde ficam a Praça Pedro Valadares, a ser reformada, e a nova Praça da Praia do Barrão.
A obra terá um ano de duração, segundo A Gazeta. É prazo apertado para abrir vala, assentar calçada, erguer praça e pavimentar com morador entrando e saindo de casa.
A publicação do resultado não informa quando a obra começa.
Calçada, drenagem e praça são serviço de material miúdo
Brita, areia, solo de vala e entulho de demolição andam o dia inteiro nesse tipo de frente, sempre em deslocamento curto e repetido, perto de casa e de comércio, com pedestre passando. Com um ano de prazo correndo, a carregadeira que faz esse rodízio precisa estar no canteiro todo dia, da abertura ao fim do turno, e ter a máquina própria pesa nessa rotina.
O entulho que sai da demolição tem destino, e o assunto já está na pauta das grandes cidades: as metas de reciclagem e o volume de entulho de obra em discussão em São Paulo dão a medida do problema. Em obra de orla, a caçamba que sai do canteiro é tão rotina quanto a que chega carregada de brita.
Em máquina compacta, a JCB é nome antigo no país, com rede de concessionárias consolidada e tradição em obra urbana. A New Holland Construction vem de um grupo global, trabalha com portfólio largo de linha pesada e atende por rede oficial de concessionárias.
A Bruto Brasil monta no país e cobre a faixa leve e intermediária, porte que entra em rua estreita de bairro sem fechar a via. Num canteiro de um ano, a máquina roda praticamente todo dia útil do contrato.
A BRT20 é a máquina da Bruto nessa classe intermediária. A máquina carrega de 1.800 a 2.000 kg e trabalha com caçamba de 1,0 m³.
A altura de descarga de 3.750 mm dá folga para carregar direto na caçamba do caminhão, dentro do próprio canteiro, sem puxar material para outro ponto. A fabricante descreve o modelo como o preferido de obras e lojas de material de construção, dois ambientes com a mesma rotina de carga miúda.
Antes de qualquer máquina descer para a areia, falta a formalidade. Os próximos passos são assinar o contrato e, na sequência, liberar a ordem de serviço.
Cobre o mercado de máquinas pesadas, equipamentos e tecnologia para construção, agro e indústria.
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