A prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, na região central de Minas, anunciou no dia 27 de agosto a segunda fase do Distrito Industrial III, com cerca de R$ 20 milhões em terraplenagem industrial, vias e redes. São 110 mil metros quadrados de área disponível, às margens da BR-381.
Os R$ 20 milhões cobrem a infraestrutura do terreno. O que cada indústria vai investir depois entra em outra conta.
O pacote contratado prevê terraplenagem, abertura e pavimentação de vias, drenagem e implantação das redes de água e energia.
Para a empreiteira, o serviço é de plataforma industrial: corte, aterro, greide e caixa de rua num terreno que ainda não tem via nem rede. A pavimentação das vias entra no fim da fila, depois que a drenagem e as redes enterradas já estiverem no lugar.
Os números do Distrito Industrial III
R$ 20 milhões — valor aproximado da 2ª fase, que cobre terraplenagem, vias, drenagem e redes de água e energia.
110 mil m² — área disponível no Distrito Industrial III, em obras, na margem da BR-381.
16.300 m² — área do Distrito Industrial 4.
O tamanho do lote muda o tipo de frente de serviço. Em 110 mil metros quadrados, o movimento de terra deixa de ser tarefa de uma máquina só e vira cronograma, com escavação, transporte e compactação andando ao mesmo tempo.
O que puxou a nova frente de corte e aterro
De janeiro a agosto de 2026, 14 empresas se instalaram em São Gonçalo do Rio Abaixo, somando R$ 304 milhões em investimentos anunciados. É esse fluxo que a prefeitura quer segurar abrindo mais chão pronto para quem chega.
O anúncio saiu no evento Prospera+ Novas Áreas, Novas Oportunidades. Na mesma data, a prefeitura lançou a Agência de Desenvolvimento Prospera e o Centro de Aceleração de Negócios, orçado em R$ 6 milhões.
A primeira empresa confirmada para o novo distrito é a Ideal Pan Alimentos. Corre em paralelo um Plano de Desenvolvimento Sustentável de R$ 53 milhões, firmado com a Vale.
Sem prazo de conclusão nem data de entrega dos lotes divulgados, quem for disputar o serviço monta equipe e frota no escuro. Anunciado, por ora, está o pacote: os R$ 20 milhões de infraestrutura, os 110 mil metros quadrados do Distrito Industrial III, os 16.300 metros quadrados do Distrito 4 e a primeira indústria com endereço marcado.
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