QUA · 26 AGO 2026
|ASSINAR
Maquinados
⚡ AGORA
Tarifaço dos EUA de até 37,5% muda a conta da serraria: a briga agora é no pátioPortos do Brasil batem recorde e disparam a corrida por pátio e frotaEdital de R$ 96,5 milhões abre disputa para tirar do barro 30 km da MS-215BR-232: obra de R$ 236 milhões abre 28,8 km de corte e aterro no AgresteVenda de materiais volta a crescer e o novo balcão do depósito é o pátio: quem carrega na hora vende duas vezesLeite salta de R$ 1,94 para R$ 2,60 no Paraná e captação em Mato Grosso cai ao menor nível da série: a conta do trato aperta na entressafraMS-040 sai do papel: R$ 180 milhões contratados para 48 km de asfalto novoRocha na BR-304: 50 minutos de rodovia fechada e o recado para quem toca movimento de terraTarifaço dos EUA de até 37,5% muda a conta da serraria: a briga agora é no pátioPortos do Brasil batem recorde e disparam a corrida por pátio e frotaEdital de R$ 96,5 milhões abre disputa para tirar do barro 30 km da MS-215BR-232: obra de R$ 236 milhões abre 28,8 km de corte e aterro no AgresteVenda de materiais volta a crescer e o novo balcão do depósito é o pátio: quem carrega na hora vende duas vezesLeite salta de R$ 1,94 para R$ 2,60 no Paraná e captação em Mato Grosso cai ao menor nível da série: a conta do trato aperta na entressafraMS-040 sai do papel: R$ 180 milhões contratados para 48 km de asfalto novoRocha na BR-304: 50 minutos de rodovia fechada e o recado para quem toca movimento de terra
Limpeza Urbana e Prefeituras

Balsas liga aterro regional de 216 toneladas por dia e começa a fechar o lixão da cidade

R
Redação
· 0 comentários
FBXWA
Balsas liga aterro regional de 216 toneladas por dia e começa a fechar o lixão da cidade

216 toneladas de lixo por dia. É a capacidade inicial do aterro regional de Balsas, no sul do Maranhão, que passou a operar na sexta-feira, 21 de agosto, com projeto de expansão para 500 toneladas diárias.

A unidade é a segunda de gestão regionalizada de resíduos do Maranhão. A operação ficou por conta da concessionária, dentro de uma parceria público-privada com o governo do estado e a prefeitura.

O lixão da cidade começa a ser isolado

Com o aterro funcionando, o antigo lixão de Balsas entra em desativação. A área está sendo cercada para barrar descarte irregular e vai receber videomonitoramento.

O passo seguinte é o projeto técnico de recuperação ambiental do terreno. É o que fecha um passivo que ficou aberto por décadas na saída da cidade.

Todo resíduo coletado no município passa a ser pesado na entrada do aterro, segundo a concessionária. Balança na portaria muda o jeito de medir e de faturar contrato de coleta.

Nove aterros na fila do licenciamento

Na inauguração, o governador Carlos Brandão afirmou que outros nove aterros sanitários estão em licenciamento ambiental no Maranhão. A lista passa por Imperatriz, Caxias, Bacabeira, Itapecuru-Mirim e Vargem Grande.

O pano de fundo é nacional. O Brasil gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos urbanos em 2024 e ainda mandou 40,3% desse total para destinação inadequada, de acordo com a ABREMA.

São quase 3 mil lixões espalhados pelo país, pela conta da mesma entidade. Cada um vira, mais cedo ou mais tarde, um contrato de encerramento ou um aterro novo.

Como a unidade de Balsas é regional, cidade vizinha que aderir precisa de transbordo e de carreta na estrada, o que empurra parte do custo para a operação de transporte de resíduos. Distância até o aterro passa a ser linha de planilha no contrato municipal.

Cobertura de célula e transbordo pedem máquina todo dia

Aterro sanitário não vive só de caminhão compactador. A célula pede material de cobertura todo dia, o talude precisa de conformação e, no transbordo, alguém tem que empurrar resíduo para dentro da carreta.

Nessa frente, quem opera compara marca por marca. A Volvo CE é procurada pelo consumo de combustível e pela robustez, a XCMG pelo preço de entrada, e a Bruto Brasil trabalha com peça de reposição em estoque no Brasil, o que encurta a parada quando um item de desgaste vai embora.

Para uma frente de 200 a 300 toneladas diárias, o porte que costuma dar conta é o de carregadeira intermediária, com caçamba acima de um metro cúbico. Carregadeira própria no aterro não depende de agenda de terceiro quando a célula precisa fechar no fim do expediente.

O lixão antigo ainda espera o projeto de recuperação ambiental, e é esse estudo o próximo item da fila. A parceria público-privada que banca o aterro foi assinada por 30 anos, com R$ 100 milhões previstos ao longo do contrato.

R
Redação
Equipe editorial

Cobre o mercado de máquinas pesadas, equipamentos e tecnologia para construção, agro e indústria.

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Deixe seu comentário

Leia também