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Demolição e Entulho

Juiz de Fora conclui a derrubada de mais 17 imóveis em três bairros atingidos pelas chuvas

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André Camargo
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Juiz de Fora conclui a derrubada de mais 17 imóveis em três bairros atingidos pelas chuvas

A Defesa Civil e a Secretaria de Obras concluíram na última semana de outubro a demolição de 17 imóveis em bairros atingidos em Juiz de Fora (MG) pelo desastre das chuvas de fevereiro de 2026. Foram 10 no Parque Burnier, 2 no Costa Carvalho e 5 no Jóquei Clube.

Segundo o poder municipal, as intervenções foram precedidas de vistorias técnicas da Defesa Civil, e os imóveis estavam em zonas de risco.

A derrubada foi decidida para eliminar riscos iminentes de colapso e para impedir que edificações sem condições de habitabilidade voltassem a ser ocupadas, pelas famílias de origem ou por terceiros.

Levantamento da Tribuna de Minas chega a 113 construções demolidas na cidade desde fevereiro de 2026.

O mês de outubro responde por 81 dessas 113 intervenções.

Onde a frente de trabalho esteve em outubro

A contagem do jornal nomeia sete bairros, e o Solidariedade aparece com o maior número entre eles.

  • Solidariedade: 25 intervenções

  • Dom Bosco: 16

  • Parque Burnier: 13

  • Santa Rita de Cássia: 13

Na parte mais leve da lista aparecem Eldorado, com 4 intervenções, Grajaú, com 2, e Alto Grajaú, com 1.

Março e agosto desenharam outro mapa

Em março, ainda pelo levantamento da Tribuna de Minas, foram 10 demolições, 8 no Graminha e 2 no Esplanada. Em agosto, outras 22 casas no São Bernardo.

Graminha, Esplanada e São Bernardo não aparecem na lista de outubro.

Para quem presta o serviço, a parte prática segue em aberto: as fontes consultadas não informam o volume de entulho, o número de equipamentos, o prazo de conclusão, o valor contratado nem a empresa responsável.

Quem trabalha com caçamba sabe que cada endereço novo muda o itinerário da manhã.

A frente de outubro vem depois de março e de agosto, e para chamar empresa a prefeitura mantém um credenciamento de empresas de demolição.

O destino de cada terreno já desocupado não aparece nos levantamentos da Tribuna de Minas nem nas informações divulgadas pelo poder municipal.

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Redação
André Camargo

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