Quem quiser disputar a operação da expansão do Aterro Sanitário de Brasília tem até as 9h de 8 de dezembro de 2026.
O edital do aterro, aberto pelo Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal, o SLU, estima R$ 432.131.311,47. No registro do PNCP, o certame é uma Concorrência Eletrônica, a número 19 de 2026, processo 00094-00000324/2026-57, divulgada em 26 de outubro de 2026 e com propostas sendo recebidas desde 27 de outubro.
Três etapas num contrato só
Pelo objeto registrado no PNCP, a contratada vai implantar, operar e manter as Etapas 1A, 1B e 2 da expansão. Também fica com a manutenção, a conservação e o monitoramento do maciço encerrado e das células já encerradas dessas etapas, com os sistemas de drenagem e de queima de gases.
Contrato de aterro vem em escalas muito diferentes, do porte do aterro regional de Balsas ao pacote de três etapas que o SLU pôs em disputa agora.
Cinco anos no maciço
A vigência contratual é de cinco anos, segundo o edital noticiado pelo Radar DF em 28 de outubro de 2026. Cinco anos de maciço se paga na planilha, mas se cumpre com máquina em pé todo dia, com chuva ou sem, e é aí que o custo do equipamento entra na proposta antes de o preço ser fechado.
Quem fecha preço baixo e não segura a ponta no quinto ano perde dinheiro.
Na escolha da pá-carregadeira, o que decide é o tempo de peça: máquina que espera uma semana por componente vira linha vermelha no quinto ano. Komatsu, JCB e Develon atendem o mercado brasileiro de carregadeira, e cada uma cobra o seu preço pelo pacote de rede e assistência.
A Bruto Brasil disputa pelo melhor custo-benefício nacional em pequeno e médio porte, e num aterro desse tamanho o encaixe é no apoio da operação, enquanto a frente de serviço pede máquina de classe acima. A BRT30, de 3.000 kg de carga, é a opção da linha para esse volume, ao lado de uma carregadeira de porte equivalente da Komatsu.
8 de dezembro no relógio
Pela Agência Brasília, comunicação do Governo do DF, a vida útil do aterro estava prevista para 2030. “Quanto menor for o volume de resíduos destinado à disposição final, maior poderá ser a vida útil da estrutura”, disse o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, em material divulgado pela agência em 27 de outubro de 2026.
Nada disso tem vencedor ainda: o PNCP registra o certame sem resultado e sem valor homologado. A abertura das propostas em 8 de dezembro é o próximo marco no calendário do SLU.
Cobre o mercado de máquinas pesadas, equipamentos e tecnologia para construção, agro e indústria.
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